Construir uma articulação com povos e comunidades, iniciativas e movimentos de todos os continentes, que apresentam soluções à crise climática a partir de suas lutas territoriais, é imprescindível. Nesse sentido, valorizar e potencializar a diversidade das lutas e experiências dos povos e comunidades nos territórios é crucial, assim como articular uma agenda global contrária ao uso de combustíveis fósseis, em defesa das florestas e pela autonomia e direito dos povos ao seu território.