Notícia

No Dia Internacional de Ação pelos Rios, celebrado em 14 de março, a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM) reafirma a importância da defesa das águas como parte fundamental do cuidado com a Casa Comum e da garantia dos direitos dos povos que vivem na Amazônia.

Os rios amazônicos são muito mais do que cursos d’água. Eles são caminhos de vida, cultura, espiritualidade e sustento para milhões de pessoas, especialmente povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e comunidades tradicionais. No entanto, esses territórios seguem enfrentando pressões crescentes provocadas por atividades como mineração ilegal, grandes empreendimentos hidrelétricos, contaminação das águas e ausência de políticas públicas adequadas de proteção e saneamento.

Ao longo dos últimos anos, diferentes movimentos sociais e organizações da sociedade civil têm fortalecido a mobilização em defesa das bacias amazônicas. Redes como Xingu Vivo, Tapajós Vivo e Madeira Vivo articulam comunidades, pesquisadores, lideranças e organizações na defesa dos rios e de seus territórios.

Nesse contexto, a REPAM acompanha e apoia iniciativas que promovem a proteção das águas, a defesa dos direitos territoriais e o fortalecimento das comunidades que vivem diretamente ligadas aos rios.

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