Em celebração ao Dia da Amazônia, o Governo Federal formalizou novos projetos destinados à conservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável da região, com ações voltadas à restauração florestal, à bioeconomia e ao fortalecimento dos territórios e das comunidades amazônicas.
A REPAM-Brasil esteve presente na cerimônia, representada por Átila de Loiola e Ivete Caixeta, acompanhando o anúncio das novas iniciativas e reafirmando o compromisso da Rede com a defesa da Amazônia, de seus povos e territórios.
A cerimônia “Amazônia Protegida: Novos Territórios para Conservação e Desenvolvimento Sustentável” reuniu autoridades federais e estaduais, representantes de instituições e organizações da sociedade civil em torno de iniciativas para ampliar a proteção da floresta e promover alternativas econômicas sustentáveis.
Entre as medidas anunciadas estão investimentos para a recuperação de áreas degradadas, o fortalecimento de territórios quilombolas, a criação de núcleos de sociobioeconomia e a ampliação do manejo sustentável de florestas públicas. As ações buscam articular conservação ambiental, geração de renda e valorização dos modos de vida e conhecimentos dos povos e comunidades tradicionais.
Durante o evento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a necessidade de conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental, criando condições para que a manutenção da floresta em pé represente oportunidades concretas de trabalho, renda e melhoria da qualidade de vida para quem vive na Amazônia.

As iniciativas fazem parte da estratégia federal para ampliar a conservação da Amazônia e fortalecer um modelo de desenvolvimento baseado no uso responsável dos recursos naturais e na valorização da biodiversidade.
Para a REPAM-Brasil, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável ganham ainda mais relevância quando reconhecem o protagonismo dos povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhas e demais populações que vivem e cuidam da Amazônia. Proteger a floresta significa também proteger seus povos, seus territórios, suas culturas e seus direitos, promovendo caminhos de desenvolvimento comprometidos com a vida e com a Casa Comum.

