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Os Comitês REPAM e as Pastorais Sociais marcaram presença na 5ª Conferência Estadual de Meio Ambiente e Mudança do Clima, realizada nos dias 12, 13 e 14 de março. O evento reuniu especialistas, representantes do setor produtivo, do poder público e da sociedade civil para debater estratégias de enfrentamento à crise climática e a construção de políticas ambientais mais justas e inclusivas. 

Representando diferentes regiões da Amazônia, estiveram presentes Adriana Aleixo (Maranhão), Aldenice Monteiro (Pará) e Vanessa Araújo (Amazonas), que acompanharam as discussões sobre a preservação dos biomas, a transição para uma economia de baixo carbono e o fortalecimento da participação social na governança ambiental. 

Com o tema central “Emergência Climática”, a conferência abordou cinco eixos estratégicos: 

  • Mitigação – Ações para redução de emissões de gases de efeito estufa; 
  • Adaptação e preparação para desastres – Medidas para minimizar os impactos climáticos; 
  • Transformação ecológica – Estratégias para um modelo econômico sustentável; 
  • Justiça climática – Inclusão das comunidades tradicionais e vulneráveis nas políticas ambientais; 
  • Governança e educação ambiental – Fortalecimento da participação social na gestão ambiental. 

Durante o evento, foram eleitos 50 delegados que representarão o estado na Conferência Nacional de Meio Ambiente e Mudança do Clima, que ocorrerá entre os dias 6 e 9 de maio, em Brasília. 

Comunidades amazônicas em destaque 

A presença ativa das comunidades da Amazônia foi um dos destaques da conferência. O IEAP – Projeto Guardiões Ambientais Ribeirinhos deu continuidade à sua participação nos debates ambientais, com a presença dos representantes do município de Afuá (PA). Dois participantes compõem a delegação de AFUÁ, eles foram eleitos delegados na conferência municipal realizada em janeiro,  Aldenice Monteiro e Rafael Azevedo. 

Para Aldenice Monteiro, garantir a presença das comunidades nesses espaços é essencial: “A participação das comunidades permite que seus anseios sejam realizados e que possamos colaborar com a construção de políticas públicas que atendam às nossas necessidades.” 

Com a presença dos Comitês REPAM e das Pastorais Sociais, a justiça socioambiental e a defesa dos territórios amazônicos ganham ainda mais força, garantindo que as vozes das comunidades sejam ouvidas na formulação de políticas para a proteção da Casa Comum. 

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