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Na segunda-feira (24), membros do GT Justiça Climática e Agroecologia da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) se reuniram no Rio de Janeiro para avançar na construção da agenda do clima para 2025. Um dos principais pontos apresentados foi o início da pesquisa-ação “Redes de agroecologia no enfrentamento às mudanças climáticas”, que busca mapear e fortalecer experiências agroecológicas nos territórios.

O estudo será conduzido ao longo do ano, com os primeiros resultados previstos para serem apresentados na Cúpula dos Povos e na COP30, em novembro, no Pará. A pesquisa visa destacar como práticas agroecológicas avançadas para mitigar os impactos climáticos e promover a justiça ambiental.

Pela REPAM-Brasil, Ivanessa Peritoro esteve presente no encontro, reforçando o compromisso da Rede com o fortalecimento das iniciativas agroecológicas na Amazônia. “Esse chamamento vai ter uma ação para a coleta de dados que vai servir para a COP30, mas também vai servir para a Cúpula dos Povos, que vai acontecer no mesmo momento. E vai ser uma construção para todas as organizações”, destacou.

Ela também ressaltou a relevância da pesquisa como base para ações concretas no enfrentamento da crise climática.
“Realizamos trabalhos em grupo, onde discutimos duas questões centrais sobre a pesquisa, que serão fundamentais como prova concreta na luta pela justiça climática nos territórios. As mudanças climáticas afetam diretamente todos os povos, e esse levantamento nos ajuda a evidenciar essa realidade” , afirmou.

A REPAM segue engajada na construção de caminhos que integrem a justiça climática, a agroecologia e os direitos dos povos da Amazônia.

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