Nesta carta apostólica, o Papa Francisco institui formalmente o ministério laical de Catequista na Igreja Católica, resgatando as origens teológicas e históricas desse serviço desde as primeiras comunidades cristãs descritas no Novo Testamento. O documento acentua que a missão de transmitir a fé de forma orgânica e permanente tem sido desempenhada ao longo dos séculos por incontáveis leigos e leigas, cuja contribuição é considerada insubstituível para o dinamismo evangelizador.
O Pontífice convoca as Conferências Episcopais a estabelecerem o itinerário formativo e os critérios normativos para o discernimento e instituição do ministério laical, que deve manter uma valência secular sem cair no clericalismo. O texto ressalta que o catequista atua como testemunha, mestre e acompanhante, sendo um colaborador vital dos pastores na resposta aos desafios da cultura globalizada e na renovação pastoral da Igreja.
