Esta declaração traduzida para o inglês reproduz o posicionamento oficial da REPAM-Brasil no início da emergência sanitária, denunciando a ausência de diretrizes nacionais alinhadas às recomendações da OMS. O texto reprova a retórica desenvolvimentista que minimizou os riscos da pandemia e reduziu o valor da vida humana a estatísticas de produtividade econômica.
O manifesto ressalta o dever do Estado de proteger os povos originários e comunidades tradicionais que vivem sob o avanço do extrativismo ilegal. A publicação conclui convocando o engajamento da comunidade internacional e da sociedade civil para garantir socorro médico, proteção social e subsistência aos grupos mais vulneráveis.
