Fruto de rodas de conversa promovidas pela REPAM-Brasil junto a comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas e pescadores, esta carta articula as reinvindicações e denúncias dos territórios rumo à COP30 em Belém. O manifesto denuncia a intensificação de secas severas, a contaminação de águas e solos por agrotóxicos e megaprojetos minerários/siderúrgicos, a invasão de terras e a pressão especulativa sobre créditos de carbono. Como propostas e exigências, o documento postula:
- Compensação e incentivo financeiro/técnico pelas práticas de conservação e agroecologia;
- Criação de redes formais de proteção e garantia de segurança jurídica a defensores ambientais em situação de risco;
- Desmatamento zero, contenção do agronegócio predatório, fortalecimento da soberania alimentar por sementes crioulas e salvaguarda dos Direitos da Natureza.
