Encontro reuniu especialistas para discutir a cultura de doação, a captação de recursos e o fortalecimento das organizações sociais, com foco na campanha nacional de 1º de dezembro.
A Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil), representada por Ivete Caixeta, participou de uma formação sobre o Dia de Doar 2026, iniciativa que busca incentivar a solidariedade, ampliar a cultura de doação e fortalecer organizações da sociedade civil em todo o país.
A atividade integrou o Café com Especialista, promovido pela Plataforma Conjunta, e contou com contribuições de Ruy Fortini, da Doare, e Juliana Prado, do Dia de Doar. O encontro abordou estratégias de mobilização, engajamento de apoiadores e ferramentas para o planejamento de campanhas de arrecadação.
Celebrado neste ano em 1º de dezembro, o Dia de Doar integra o movimento global GivingTuesday e mobiliza pessoas, empresas e organizações em torno de iniciativas que promovem a generosidade e o compromisso coletivo com causas sociais e ambientais.
Para a REPAM-Brasil, a participação na formação representa uma oportunidade de ampliar conhecimentos e fortalecer estratégias de sustentabilidade institucional, especialmente no apoio às ações desenvolvidas junto aos povos e comunidades tradicionais da Amazônia.
A iniciativa dialoga com a missão da REPAM-Brasil de promover a defesa da vida, dos direitos humanos, dos territórios e da Casa Comum. O fortalecimento de uma cultura de solidariedade e corresponsabilidade é fundamental para ampliar a participação da sociedade nas ações de proteção da Amazônia e de seus povos.
Durante a formação, foram apresentados recursos que podem auxiliar organizações sociais na construção de campanhas de doação, no relacionamento com apoiadores e na mobilização de diferentes públicos.
Entre os conteúdos disponibilizados estão orientações sobre planejamento de campanhas, comunicação, estratégias digitais e instrumentos para ampliar o alcance das iniciativas de arrecadação.
A proposta reforça que a solidariedade não deve se limitar a uma data comemorativa, mas constituir uma prática permanente de compromisso com a transformação social.
No contexto amazônico, essa perspectiva ganha especial relevância diante dos desafios enfrentados pelas comunidades na defesa de seus territórios, da biodiversidade e dos direitos fundamentais.

