Encontro reuniu REPAM-Brasil e organizações parceiras para avaliar os resultados da iniciativa, fortalecer a articulação em rede e reafirmar compromissos com os povos da floresta e a justiça socioambiental.
A Igreja Anglicana da Amazônia reuniu, nesta sexta-feira (30), organizações parceiras para um encontro de avaliação das ações desenvolvidas pelo Projeto Cine Debate, iniciativa realizada com o apoio da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE). A reunião também teve como objetivo sistematizar os resultados e contribuir para a elaboração do relatório final do projeto.
Participaram do encontro representantes da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil), da Cáritas Brasileira Regional Norte 2 e da Coletiva Tela Firme, organizações que integram uma articulação comprometida com a defesa da Amazônia, dos direitos dos povos e comunidades tradicionais e do cuidado com a Casa Comum.

Durante a reunião, os participantes promoveram uma reflexão coletiva sobre a conjuntura sociopolítica e eclesial brasileira, relacionando os desafios atuais da região amazônica às experiências construídas ao longo do projeto. A avaliação destacou a importância do Cine Debate como espaço de diálogo, sensibilização e mobilização social, contribuindo para ampliar o alcance das campanhas e iniciativas desenvolvidas pelas organizações nos territórios.
Ao longo dessa caminhada, a Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais (IRI) também se somou à articulação, fortalecendo a dimensão inter-religiosa e o compromisso coletivo com a proteção das florestas e o enfrentamento da crise climática.
Mais do que uma etapa de encerramento e prestação de contas, o encontro representou um momento de fortalecimento das alianças construídas durante o projeto. As organizações reafirmaram a importância de manter uma atuação conjunta, articulando comunicação, formação e participação comunitária como instrumentos de defesa da vida e dos territórios amazônicos.
Para a REPAM-Brasil, a construção de redes e parcerias é fundamental para ampliar a mobilização em torno da justiça socioambiental e fortalecer o protagonismo dos povos da Amazônia. O compromisso compartilhado é dar continuidade às ações de conscientização, diálogo e incidência em defesa da floresta, de seus povos e da Casa Comum.

